Tecnologia

Meta: o novo nome do Facebook, explicado

Compreende a mudança do Facebook

Diogo Simões
29 de Out de 2021
4 minutos de leitura

Índice

Todos conhecemos o domínio da empresa Facebook. Um que se estende às aplicações mais populares do mundo, como àquela que lhe dá nome, o Facebook, como o Messenger, Instagram e WhatsApp.

Facebook planeia mudança de nome
Descobre o que está por detrás desta possível alteração

É com esta realidade que, no dia de ontem, a empresa anunciou o seu maior rebrand: o de passar a ser conhecida como Meta.  

Meta?

Tal como já indicado quando noticiamos esta possível alteração, a mudança realizada oficialmente pela empresa passa a que as aplicações que antes eram apresentadas como do Facebook, serem agora apresentadas como parte da Meta e o Facebook, Messenger, WhatsApp e Instagram passarem a ser conhecidas como serviços da Meta.

O propósito desta mudança? O de agregar tudo o que a empresa faz na esfera social e também virtual, visto que a empresa é também detentora da famosa marca de realidade virtual: Oculus.

Quais as ambições?

Aquilo pretendido pela Meta, e também como já explorado num artigo do Updated, passa por explorar novas formas de trabalhar, jogar, entreter e exercitar de formas diferentes daquela que conhecemos atualmente.

Esta mudança de nome e de paradigma da empresa não representa propriamente "uma atualização" dos seus servidores/aplicações, mas antes algo que irá demorar anos. Passa mais, neste momento, por mostrar ao mercado, consumidores e seus utilizadores, os planos a longo-prazo.

E se o Facebook fosse um “metaverso”?
Recentemente, Mark Zuckerberg referiu que a sua empresa Facebook irá efetuar a transição de “rede social para metaverso”. Mas o que é que isto significa na prática? Photo by Alex Haney / UnsplashO que é um metaverso?De modo geral, um metaverso pode ser imaginado como uma espécie de internet incorpor…

O objetivo, e de acordo como o establecido por Zuckerberg, passa por ter 1 bilião de utilizadores no seu metaverso num espaço de 10 anos. Uma plataforma que procurará ser imersiva, com diversos ambientes virtuais e que permita uma interação para lá daquela que temos hoje, com os ecrãs dos nossos equipamentos.

Exemplos dados pelo CEO passam pela criação de avatares digitais e transversais a todas as experiências dos utilizadores e e onde o utilizador, como se fosse num jogo de simulação (ou na antiga plataforma da Sony, a PlayStation Home), ter os amigos numa sala de estar ou num local de trabalho virtual. Algo que até torne possível a incorporação de objetos do mundo físico neste multiverso de dados virtual.

Os jogos não foram igualmente esquecidos, com a promessa de jogos como GTA San Andreas a usarem partido desta realidade virtual e da possibilidade de jogar com outras pessoas online e num ambiente virtual criado pelos jogadores. Parecido às realidades do filme Ready, Player One, não é?

Isto vai tornar-se possível com o investimento de novo hardware, incluindo o lançamento, no próximo ano, do Project Cambria, da Oculus. Um produto que irá permitir fazer captações detalhadas dos rostos dos utilizadores e que se irá traduzir em dados para o metaverso do utilizador.

Ray-Ban Stories, os óculos inteligentes do Facebook
Serão estes os óculos inteligentes que o mercado precisa?

Outros produtos incluem os já falados oculos da Ray-Ban e, futuramente, um relógio inteligente com uma câmara incorporada.

E as aplicações atuais?

Será esperado que, nos próximos temos, ao invés de termos um ecrã que indique que a aplicação do Instagram, por exemplo, é do Facebook, indique que seja da Meta. Ou seja, os nomes não irão alterar e a empresa mãe de todas elas é que muda.

Não percas pitada do UPDATED!

Assina a nossa newsletter para receberes as últimas novidades de Tecnologia diretamente na tua caixa de entrada.

Oops! There was an error sending the email, please try again.

Awesome! Now check your inbox and click the link to confirm your subscription.